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Educação

Defensor da educação, Lula cortou R$16,6 bilhões de verbas da área em 2027

Apesar de se autointitular defensor da educação pública, Lula comprometeu verbas da educação brasileira em 2027.

Foto de Folha de Marizópolis
Equipe de redação
Publicado: 17 de out. de 2026 23:47
Presidente Lula discursando.
Crédito: Foto: Ricardo Stuckert

Após Lula e sua militância ter passado a campanha do 2° turno espalhando notícias falsas sobre seu adversário político, Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL, de direita), como o suposto "fim da educação pública" com a eleição do filho do ex-presidente Bolsonaro, Lula cortou R$16,6 bilhões de verbas da educação em 2027.


O corte de finanças para a área da educação foi sancionado sem vetos pelo presidente Lula em 27 de agosto de 2026, este ano, com a Lei Complementar de N° 235.


A medida foi tomada para evitar o colapso financeiro em 2027, devido ao descontrole fiscal do governo Lula, que gasta mais do que arrecada e pretende continuar aumentando os gastos do governo em um eventual mandato.


Como a dívida pública aumentou e chegou a casa dos R$9 trilhões de reais no governo Lula 3, não haveria dinheiro para custear serviços básicos em 2027, portanto, áreas como a saúde e educação foram afetadas para fechar o ano cumprindo a meta do arcabouço fiscal.


Campanha de Lula, militância e instituições de ensino espalham notícias falsas


O fato chama atenção após a campanha do 2° turno para a reeleição do atual presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT, de esquerda), ter trabalhado disseminado notícias falsas sobre o suposto governo de Flávio Bolsonaro, caso seja eleito no domingo, 25 de outubro.


Militantes, estudantes da rede pública federal (universidades e IFs), reitores, servidores públicos, professores e artistas, por exemplo, fizeram atos nas ruas e panfletagem com informações distorcidas sobre Flávio Bolsonaro.


Em uma das falas e discursos dos apoiadores de Lula, está a informação falsa que "a educação e universidade pública irá acabar" caso Flávio Bolsonaro seja eleito.


Isso não consta no plano de governo do candidato do PL, que visa transferir as universidades para o Ministério da Ciência e Tecnologia da Informação (MCTI), buscando inovação, tecnologia e remuneração para estudantes que produzem pesquisas no país, com apoio da iniciativa privada, conforme seu plano de governo.


Nos protestos feitos nas ruas pelo Brasil e também por instituições de ensino no sertão paraibano, alunos e professores, vestidos de vermelho, gritavam o mote "Trabalhador, olha pra cá, eu tô na rua pra seu filho estudar".


Mas aparentemente não levaram em consideração o corte de gastos promovido pelo governo Lula que compromete a educação e saúde em 2027, como uma espécie de "herança maldita".

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