Após Lula e sua militância ter passado a campanha do 2° turno espalhando notícias falsas sobre seu adversário político, Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL, de direita), como o suposto "fim da educação pública" com a eleição do filho do ex-presidente Bolsonaro, Lula cortou R$16,6 bilhões de verbas da educação em 2027.
O corte de finanças para a área da educação foi sancionado sem vetos pelo presidente Lula em 27 de agosto de 2026, este ano, com a Lei Complementar de N° 235.
A medida foi tomada para evitar o colapso financeiro em 2027, devido ao descontrole fiscal do governo Lula, que gasta mais do que arrecada e pretende continuar aumentando os gastos do governo em um eventual mandato.
Como a dívida pública aumentou e chegou a casa dos R$9 trilhões de reais no governo Lula 3, não haveria dinheiro para custear serviços básicos em 2027, portanto, áreas como a saúde e educação foram afetadas para fechar o ano cumprindo a meta do arcabouço fiscal.
Campanha de Lula, militância e instituições de ensino espalham notícias falsas
O fato chama atenção após a campanha do 2° turno para a reeleição do atual presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT, de esquerda), ter trabalhado disseminado notícias falsas sobre o suposto governo de Flávio Bolsonaro, caso seja eleito no domingo, 25 de outubro.
Militantes, estudantes da rede pública federal (universidades e IFs), reitores, servidores públicos, professores e artistas, por exemplo, fizeram atos nas ruas e panfletagem com informações distorcidas sobre Flávio Bolsonaro.
Em uma das falas e discursos dos apoiadores de Lula, está a informação falsa que "a educação e universidade pública irá acabar" caso Flávio Bolsonaro seja eleito.
Isso não consta no plano de governo do candidato do PL, que visa transferir as universidades para o Ministério da Ciência e Tecnologia da Informação (MCTI), buscando inovação, tecnologia e remuneração para estudantes que produzem pesquisas no país, com apoio da iniciativa privada, conforme seu plano de governo.
Nos protestos feitos nas ruas pelo Brasil e também por instituições de ensino no sertão paraibano, alunos e professores, vestidos de vermelho, gritavam o mote "Trabalhador, olha pra cá, eu tô na rua pra seu filho estudar".
Mas aparentemente não levaram em consideração o corte de gastos promovido pelo governo Lula que compromete a educação e saúde em 2027, como uma espécie de "herança maldita".






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