O sonho da campanha presidencial de Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT, de esquerda) e de seus apoiadores e militantes seria uma virada histórica no 2º turno, logo após Flávio Bolsonaro (PL, de direita) ter vencido no 1º com 47,03% dos votos válidos e Lula ter ficado com 45,16%.
Ao longo dos dias de campanha do 2º turno, Lula continuou esfolando a economia do país, sem responsabilidade fiscal, fazendo promessas e mais promessas eleitoreiras, tentando virar votos, principalmente entre os mais pobres. O governo Lula admitiu que não teria recursos para custear as políticas atuais a partir de 2028 (Estadão).
É a velha mania do Lula: prometer, mentir e não entregar. Ele sempre engana os pobres, tornando-os escravo pelo medo, para que os mais humildes votem nele.
Aliás, a campanha de Lula e da esquerda, em união com as Instituições de Ensino federais (lugares que deveriam inspirar respeito e busca pela verdade, não desinformação), além de artistas (da famosa "esquerda caviar", que vivem bem, em países ricos e capitalistas pelo mundo, com o exemplo de Wagner Moura, mas querem os ideiais de atraso e pobreza do lulismo no Brasil), se uniram para lançar notícias falsas ao longo da campanha do 2º turno, fazendo os mais simples e humilde ficarem com medo e temor, com mentiras como "o Bolsa Família será cortado", o "Pé-de-Meia será cortado", "a educação e saúde" vão acabar.
Mentiras que dão nojo de ler e ouvir. Primeiro, pois, a campanha de Flávio tem em seus planos de governo propostas de melhoria para os serviços brasileiros; a respeito da educação, diferente do que os mentirosos das faculdades, sim, professores, reitores, DCEs e militantes sustentados por pais ricos disseram, Flávio não vai acabar com a educação pública.
Na verdade, ele vai transferir as universidades para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), buscando avanços na educação pública superior, pesquisas e estágios remunerados para os estudantes e parceria com a iniciativa privada (PPI) para resultados concretos para o país - sim, imagine nosso dinheiro financiando pesquisas em ciência, engenharia, tecnologia e não em maconha, ideologia para saber se fulano se considera um triângulo ou um quadrado.
Segundo, a educação e saúde são clausulas pétreas na Constituição Federal de 1988 - ou seja, o acesso a saúde pública gratuita e universal é direito garantido pela Constituição e nenhum governo pode mudar, assim como é dever do Estado e da família oferecer educação à todos. Mais uma mentira da esquerda cai por terra.
Foi baseado nas medidas eleitoreiras, como pagamento do Bolsa Família com aumento de apenas R$91 antecipado, mentiras espalhadas no 2º turno e terrorismo psicológico, que Lula e os petistas esperavam uma virada histórica, principalmente nas pesquisas e, obviamente, no domingo, 25 de outubro, durante a apuração.
Isso não ocorreu, para a tristeza de Lula. Das 16 pesquisas de 2º turnos, em levantamento pelo Poder360, em 15 Flávio lidera e apenas 1 Lula é líder. Além do fator das pesquisas (que, inclusive, sempre colocam Lula bem, mas nas urnas, o candidato de direita, como Flávio esse ano e Bolsonaro em 2022 sempre saem melhor e a frente do que elas dizem), o número de abstenções deve continuar igual no 2º turno - por isso, o desespero de Lula com a campanha de "virar votos" e "vamos dar carona a quem puder".
Desde 1989, nenhum presidente que perdeu no 1º turno ganhou no 2º.
Termino dizendo que a euforia dos petistas ontem, após a pesquisa Datafolha de ontem (Folha de São Paulo) mostrando suposto empate de 50% a 50% entre Lula e Flávio não passa de um delírio e analgésico para animar os eleitores de Lula, após a derrota amarga no 1º turno de quem tem a máquina na mão.
Além da metodologia da pesquisa questionada pela mídia e analistas políticos, que presumiu, de maneira subjetiva, que o número de abstenções vai cair no 2º turno e que, dentre esse número, votariam em Lula - por isso o empate ARTIFICIAL -, vemos um esforço dos institutos de pesquisa, como sempre, querendo induzir o eleitor a votar na esquerda.
No 1º turno, de maneira vergonhosa, a Datafolha dava: Lula com 45% dos votos e Flávio Bolsonaro com 42%. Nas urnas, o brasileiro, que quer mudança e é inteligente, não caindo nas mentiras do PT, deu vitória a Flávio com 47% dos votos (5% a mais que a Datafolha previu - mais um erro aleatório ou proposital? Só uma CPMI dos institutos de pesquisa no próximo ano, com Flávio presidente e o Congresso Nacional de maioria esmagadora de direita e centro para dizer isso).
Aliás, neste exato momento que escrevo, em 23 de outubro de 2026 às 11:58, o mercado dá chance de 77% de vitória para Flávio na Polymarket (clique aqui), no modelo de previsão Voga Iris Flávio tem 67% de chances de vitória (clique aqui) e o agregador de pesquisas Polling Data dá 58% de chances de vitória a Flávio (clique aqui).
A situação de Lula é complicada. Não é impossível uma virada. A guerra de Flávio também não acabou e não está ganha. Mas, a tal virada que comemoram ou esperam também não chegou. E talvez, no dia 25, mostre mais uma vez que o candidato Flávio estará na frente e será eleito o 40º presidente do Brasil.
Cabe apenas aos ditos "defensores da democracia" respeitar os resultados e aceitarem.


